terça-feira, 24 de março de 2009

OBS nº2, o resgate!


Bom, pessoas... voltei!

E para mais uns comentários.

É o seguinte: algumas pessoas ficaram me perguntando

como era a aparência do Marino.

Bom... desde o começo, eu não pretendia mostrar o Marino, sabem...

ia dar mais trabalho, e ele ficou melhor no papel dele: morrendo antes de

ser visto. u____u

"Mas eu queria saber como ele era! D:"

Tá bem, tá bem...

Vamos fazer o seguinte: eu fiz um desenho de um personagem aleatório, fiquei

de me decidir quem seria depois. Mas não decidi. Como ele não é ninguém,

batizei ele de Marino e vou botar a imagem aqui pra vocês, ok?

Caso encerrado.


Ah, e pra variar, aqueles pedidos de sempre de um autor... comentem, comentem!

Senão, a gente fica perdido aqui D:


Muito obrigado, volte sempre!

quinta-feira, 12 de março de 2009

Capítulo 2

- Então, Ven ... - falou Magnus, calmamente. - Já está mais disposto a falar? Se não estiver,
lembre-se de que ainda poupei um, mas com esse, eu serei um pouco mais... severo.

Ian se adiantou.

- Não deixarei que faça o que bem entender, Magnus! - E, batendo com as duas mãos no chão,
disse: - Estilo da terra, Punhos de Pedra!

O chão de pedra do castelo próximo às mãos de Ian ganhou uma aparência líquida e começou
a subir por suas mãos até chegar no antebraço, onde pareceu se solidificar, mas ainda com uma
textura maleável. Parecia uma segunda armadura.

- Vamos ver se você é bom em combates corpo-a-corpo, Magnus!

- Não gosto de ter que tocar em humanos imundos como você, mas já que parece não ter outro
jeito... venha.

Ian avançou na direção de Magnus com os punhos erguidos, e quando estava a uma distância
que considerou aceitável, começou a desferir seus socos. As sequências eram rápidas, e
combinadas de uma maneira que seria mortal para qualquer um. Magnus, porém, não mostrava
nenhuma dificuldade em escapar dos golpes, desviando de todos, sem nem ao menos precisar
bloquear.

Aproveitando-se de uma brecha nos socos de Ian, o maligno bruxo o atingiu no meio do peito,
com a palma da mão aberta. O ataque foi violento, e chegou a rachar o peitoral da armadura do
guerreiro de classe Tigre, fazendo com este perdesse o ar e começasse a tossir, se ajoelhando no
chão.


- Não... - ofegou Ian. - Não posso acabar assim...

- Acabou, verme. Por ter desperdiçado meu tempo, vou matá-lo, assim como fiz há pouco com
seu colega que tentou inutilmente me atacar usando plantas como armas. Um poder interessante, porém inútil...

- Desgraçado! - irritou-se Ian. - Marino era um grande bruxo e guerreiro! Como pode falar
assim dele...

- Então junte-se a ele! - E erguendo a mão mais uma vez, exclamou: - Impacto de gravidade!
Uma imensa força invisível pôde ser notada, arrancando as pedras do chão até chegar em Ian,
arremessando-o para trás, fazendo com que atingisse a parede do castelo, que quebrou, resultando na queda do guerreiro para fora do castelo.

Magnus virou-se na direção do rei.

- Muito bem, Ven. Como pode ver, não sobrou mais nenhum dos seus subordinados aqui. Fale
logo onde está o que quero, não quero gastar mais tempo revirando este castelo!

O monarca permaneceu mudo, e recuou até sentar no trono, onde pareceu se agarrar
firmemente.

Magnus o observou.

- Ora, meu caro... me responda uma coisa. Por que alguém que tem um imenso salão para fugir
escolheria justamente um lugar fixo? Escondendo alguma coisa aí, talvez... - Magnus falava
avançando na direção dele.

Ven empalideceu, e suas mãos agora apertavam tanto os braços do trono, que a ponta de seus
dedos estava branca.

- Ah, parece que eu acertei, não é? - caçoava o bruxo. - Levante-se.

- Não! Você realmente sabe o que quer, Magnus? Esse artefato é perigoso! O sacrifício
necessário... são vidas demais! Não pode usar as pessoas para um propósito egoísta de domínio!

- Ah, eu posso! Ou acha que as cidades de Lirina e Colus sumiram por acaso?

- Não pode ser... Nenhum ser-vivo ousaria segui-lo se soubesse seus objetivos!

Magnus soltou uma gargalhada.

- E quem disse que meu exército é vivo, Ven? Além do mais, meus dois ajudantes são o suficiente, como ficou provado hoje. - disse ele, sorrindo.

- Não... mortos? Mas isso é artes das trevas... mas... com quem você aprendeu isso? - O rei
perguntava, com uma expressão de assombro no rosto. - Nâo acredito que você tenha descido
tanto, Magnus...

- Bom, você não precisa saber como aprendi, já que vai partir deste mundo...

- Mas Magnus, não ouviu boatos por aí de que há uma maldição no que está procurando?

- Somente tolos acreditam em maldições. Sinto muito, Ven, já falamos demais por hoje. Estilo
do fogo! Canhão devastador!

Um clarão tomou conta do recinto, e quando apenas a lua e as tochas voltaram a ser as
responsáveis pela iluminação, ficou claro a potência do ataque do bruxo: não havia sobrado nada
do trono, exceto por alguns pedaços, e no lugar onde ele antes ocupava, agora havia um buraco,
revelado pela ausência do trono.

Magnus se aproximou do buraco e o examinou. Seus olhos se fixaram em um ponto. Então,
enfiando seu braço na abertura, ele tirou um baú de seu interior. Quebrou a tranca, e ao abri-lo,
a satisfação se tornou evidente em seu rosto.

- Só faltam duas, agora.

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Um dos breves OBS's que farei de vez em quando


Interrompemos a história só umpouquinho pra eu falar uma coisa importante aqui.

Tá... é besteira.... mas é uma besteira importante, creio eu!

Eu tento desenhar os personagens, e quando bate aquela preguiça, tento achar na iternet uma imagem que na minha cabeça, se pareça com a persongem que eu imaginei, sabem?

E de vez em quando tem umas qu realmente servem!

Por exemplo, a quem interessar, achei uma que pode representar o Magnus.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Capítulo 1

A chuva batia forte nas paredes do castelo. O vento frio que entrava pela janela estava
carregado com a tristeza e os prantos causados pela perda de inúmeras vidas naquela noite. As
velas e tochas remanescentes resistiam bravamente ao vento, com suas tênues chamas revelando parte do salão do trono.

O rei estava de pé, voltado para a porta que dava entrada ao salão. Trajava uma elegante
armadura e empunhava sua espada, para a qual mantinha os olhos fixos. Seu rosto deixava
transparecer uma mistura de tristeza com preocupação.

Alguns soldados também estavam presentes no recinto. Três arqueiros estavam posicionados
atrás do rei, ocupados contando quantas flechas ainda possuíam. Outros dez soldados estavam
distribuídos pelo salão, e demonstravam estar tão preocupados quanto o rei. A maioria lançava
olhares ansiosos e periódicos a uma vistosa flor branca, que anormalmente havia se desenvolvido dentro de uma armadura vazia que ocupava o salão do trono. A flor pendia para fora do elmo, e
quase todos a olhavam sem piscar naquele momento.

O rei foi o primeiro a quebrar o silêncio.

- Senhores, creio que a nossa situação já tenha chegado a um ponto irremediável. Nossa hora
se aproxima. Peço perdão a todos vocês, por ter sido um rei tão incapaz... - disse, baixando a
cabeça.

Um dos soldados olhou para o rei. Sua voz estava fraca.

- Meu rei... quer dizer então que realmente não temos chance contra ele? O que faremos? E se...

- Acalme-se! - Um arqueiro interrompeu-o. - Se estamos aqui com o nosso rei agora, é porque
o apoiamos, e se tivermos que lutar, lutaremos e até morreremos por ele! Não nos rebaixaremos
ao nível de traidores e covardes!

Murmúrios de aprovação se seguiram ao discurso enfurecido do arqueiro.

Um homem escancarou a porta nesse momento. Também vestia uma armadura, porém esta era
diferente das outras. Era branca, com detalhes em laranja, com o desenho de um tigre no peitoral
, indicando que ele era um bruxo da classe Tigre, a segunda mais alta.

Correndo, logo ele se ajoelhou na frente do rei.

- Majestade, vim aqui para pedir-lhe que fuja! Não estamos conseguindo segurá-los, e Magnus
veio pessoalmente! Nossos bruxos e guerreiros de mais alta classe já foram quase todos
dizimados! Marino está agora duelando com Magnus para atrasá-lo, por isso fuja, majestade, por
favor!

- Sinto muito, Ian... mas ficarei aqui e enfrentarei Magnus. Sei que morrerei, mas não quero ser visto como um covarde que fugiu enquanto todo seu povo está morrendo! Deixem-me aqui.

Ouviu-se uma grande explos o vinda de fora do sal o, nos jardins do castelo. A flor branca que
pendia para fora do elmo repentinamente secou, perdendo suas pétalas. O rei olhou para os restos da planta, agora totalmente dominado pela tristeza. Tornou a encarar o chão, murmurando:

- Me perdoe, Marino...
-O Senhor Marino... perdeu... ? Não é possível! - Exclamou um dos soldados, enterrando a
cabeça nas mãos. - Ele era um bruxo de classe Drag o! A maior classe! Nosso melhor feiticeiro,
o famoso Dragão da Floresta...

O silêncio instalado no recinto após o choque não durou muito tempo, pois uma segunda
explosão destruiu as portas, lançando pedaços de madeira para todos os lados. Um desses acabou
por atingir um soldados no pescoço, matando-o. Ninguém ali teve tempo de lamentar sua morte,
já que, pelos destroços da porta e em meio fumaça, entrou Magnus.

O traje composto por basicamente o peitoral e ombros de uma armadura leve indicavam que
ele era um bruxo. Um manto negro cobria tanto as costas quanto a frente de seu corpo, deixando
apenas parte dos braços de fora, protegidos por uma braçadeira de couro. Seu rosto deixava
inconfundível o fato de ele ser alguém muito novo, alguém que tinha pouco mais de vinte anos.
Os cabelos negros e compridos caíam por cima do manto, tornando-se quase invisíveis. Os olhos
eram da mesma cor do cabelo, e pareciam analisar a cena de modo perspicaz.

Ele ficou olhando para todos no sal o do trono, mas ninguém se mexeu ou falou.

- Ora, ora... - Disse Magnus, com uma voz grave, mas calma. - A surpresa em me ver é tão
grande assim? Me parece que todos vocês perderam a fala ao me ver. Principalmente você...
majestade.

- Magnus... - Começou o rei. - Você realmente pretende seguir com isso? Se pretende, você é
um monstro! Não deixarei que consiga o que quer, mesmo que isso signifique morrer aqui!

Os olhos de Magnus se estreitaram levemente, mas foi o suficiente para que ele adquirisse uma
aparência extremamente ameaçadora.

- Chega de brincadeiras, Ven. Sabe muito bem do que sou capaz, então entregue-me logo o que
quero. A menos que você queira ver seus soldados indo para o mundo dos mortos um a...

- Insolente! - Interrompeu Ian. - Como ousa falar assim com sua majestade? E lembre-se de que eu sou seu adversário, não me ignore!

- Um leão jamais se deixa importunar por meros insetos. Mas, se vocêrealmente quer lutar
comigo então, permita apenas que eu me livre de distrações, sim?

E dizendo isso, Magnus ergueu uma de suas mãos, dizendo:

- Estilo do vento, Tempestade Cortante!

O vento no salão ficou mais forte até formar, visivelmente, uma forte corrente de ar, que se
movimentava como uma serpente. A corrente passou por todo o salão, cortando impiedosamente
desde as armaduras até a carne dos soldados, matando-os em segundos, poupando apenas o Rei
Ven e Ian.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Apresentação

Olá, pessoas!
Meu nome é Heitor e eu criei esse blog porque... bom, eu tenho idéia pra uma história!
Espero que eu consiga completá-la sem problemas, já que ainda está em andamento,
e também espero que vocês possam se divertir enquanto estiverem lendo.
Vou fazer o melhor possível pra manter o ritmo.
Ah, sim... por favor, comentem! Deixem suas opiniões, porque isso é sempre importante.
Eu aceito sugestões também. Sabem como é, pode ser que uma idéia para a continuação
da história seja muito criativa, podendo ser aproveitada.
Agora eu deixo aqui os meus agradecimentos, e desejo a todos uma boa leitura!